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O professor tem de SER sempre, Ser inteiro
São Paulo, no capítulo 13 de sua Carta aos Coríntios nos diz que “o amor é paciente, é bondoso. Não tem inveja, não é orgulhoso. Não é arrogante. O amor não se escandaliza, não busca seus próprios interesses. Não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor não acabará jamais”.
Traduzindo para as práticas educacionais, podemos afirmar que a verdadeira educação só acontece na verdade e responsabilidade do amor.
Aprender é um processo que quando acontece modifica o ser humano por completo, sua forma de viver, de entender o mundo e de participar nele! Decidir-se pelo amor é uma escolha. Onde está a criança, ali estará o coração do professor. Ele é o último a desistir.
A relação educativa personalizada e amorosa pode resgatar a dignidade dos pequenos violados em seu existir.
Sob inspiração de Gabriel Chalita, sabemos que o professor é e precisa ser cada vez mais um colaborador de Deus, nessa maravilhosa obra que é a educação.
Maria de Lourdes
Pedagoga e Psicopedagoga