Fundação Padre Dehon

  • • Dados cadastrais
  • CNPJ: 07.235.058/0001-63
  • Inscrição Estadual: isenta
  • Endereço: Rua Misseno de Pádua, 394, Centro
  • CEP: 37200-000 – Lavras/Minas Gerais    
  • Tel: (35) 3821-1358
  • E-mail: fundacaopadredehon@paroquiasantana.com.br
  • Finalidade da Instituição

Realizar e divulgar programas sociais de interesse das comunidades carentes, especialmente idosos, crianças, grupos de mães e deficientes físicos, da população de baixa renda. Promover iniciativas e campanhas de cunho social beneficente. Instituir cursos de formação profissional nas diversas áreas. Patrocinar e divulgar eventos culturais visando sempre a manutenção dos valores educacionais e culturais da região. Estimular e apoiar pesquisas, planos e projetos em todas as áreas de conhecimento e cultura. Criar, manter e administrar atividades e programas de serviços ligados à saúde, cultura, educação, lazer e esporte.

  • Sobre a Instituição

A Fundação Padre Dehon é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 31/01/2005, pela Paróquia Sant’Ana. A Fundação, dentre outros trabalhos, administra e mantém o Centro Comunitário “Galpão Cidadão”. É composta por um Conselho Deliberativo, uma Diretoria Executiva e um Conselho Fiscal (todos voluntários e sem remuneração), tendo como finalidade principal, apoiar os projetos sociais da comunidade, o incentivo às ações e programas, objetivando a inclusão social, a manutenção de valores morais, educacionais e culturais, e a capacitação profissional.

O Centro Comunitário Galpão Cidadão privilegia ações voltadas para o desenvolvimento de convivência com fortalecimento de vínculos entre famílias e comunidade, promovendo ações sociais, em caráter continuado, gerando assim, a proteção à família, com atividades de caráter preventivo, protetivo e proativo, ampliando o universo de informações aos seus usuários.

Pretende-se a articulação entre famílias e comunidade, através de elementos culturais, inclusão digital e qualificação profissional, desencadeando um movimento colaborativo de mobilização, produção de soluções, construção de conhecimento e alternativas de geração de emprego e renda, que oportunizam aos cidadãos participarem da sociedade como protagonistas, com poder de decisão e não apenas como expectadores. Além, da geração de oportunidades para que esses atores enfrentem as situações de vulnerabilidade a que estão expostos (violência, preconceito, discriminação, situação de pobreza e outros riscos sociais presentes no território).

  • Missão

Restaurar a dignidade da pessoa humana por meio do acolhimento, da formação humana (educação baseada em valores), da capacitação profissional e do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos visando a inclusão social e a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

  • Visão

Ir ao povo e construir uma civilização do amor e da justiça.

  • Valores
  • Amor: amar os irmãos, de modo especial os mais necessitados, como Deus nos amou é o nosso valor basilar. Na contemplação do Amor de Cristo pela humanidade encontramos a certeza de que a fraternidade humana pode ser alcançada e obtemos a força para trabalhar por sua implementação.
  • Reparação: restaurar a ordem perturbada, restituir à cada qual aquilo que lhe é de direito. Reparar as ofensas e o mal feito. Para a correta compreensão da reparação necessária é imprescindível estudo, atenção e contextualização de cada fato, acontecimento e/ou realidade.
  • Dignidade Humana: O reconhecimento da dignidade pessoal do ser humano e sua fundamentação última na semelhança de sua imagem à de Deus é a herança cristã decisiva, cuja fecundidade deve ser repetidamente resgatada para a configuração do mundo e da sociedade.
  • Justiça: Partilhando uma visão de mundo em que cada ser humano criado em bondade e dignidade tem igualdade de direitos e de deveres. Ademais, devem ser assistidos em situações que essa igualdade é comprometida, como a miséria, a discriminação, dentre outros fatores de exclusão social.
  • Subsidiariedade:  deve-se respeitar a liberdade e proteger a vitalidade dos corpos sociais intermédios, por exemplo, a família, grupos, associações, entidades culturais, econômicas, ONG’s, e outras que são formadas espontaneamente no seio da sociedade. Não deve o Estado interferir no corpo social e na sociedade civil além do necessário. Por outro lado deve o Estado exercer atividade supletiva quando o corpo social, por si, não consegue ou não tem meios de promover determinada atividade, como também deve o Estado intervir para evitar situações de desequilíbrio e de injustiça social
  • Ação Social: urge saber, querer e agir. É preciso trabalhar de modo assíduo e inteligente, usando os meios capazes de melhorar a sociedade. Os ideais são estéreis se não são concretizados.
  • Eixos de Atuação
  • Capacitação Profissional
  • Meios de Comunicação
  • Cultura, educação e lazer
  • Inclusão e bem estar (atendimento as comunidades carentes)
  • Identificação do serviço socioassistencial
    • Proteção Básica – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social decorrente da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade, residentes em Lavras e região, oferecendo-lhes:

  • Acolhimento com olhar individualizado e atento as suas singularidades.
  • Respeito e orientação a propósito das diversidades racial, sexual, gênero, religião e etc.
  • Compreensão das demandas pessoais, salvaguardando sua privacidade.
  • Aquisição de recursos pessoais de capacidade protetiva e de superação de fragilidades sociais.
  • Vivência de experiências:
    • que contribuam para o estabelecimento de vínculos familiares e comunitários;
    • pautadas pelo respeito a si próprio e aos outros, fundamentadas em princípios éticos-políticos de defesa da cidadania e justiça social;
    • potencializadoras de participação cidadã;
    • que contribuam para a construção de projetos individuais e coletivos, desenvolvimento da autoestima, autonomia e sustentabilidade.
    • Público alvo

Dentre os critérios para a seleção de participantes no projeto destaca-se a vulnerabilidade social decorrente da pobreza, com prioridade para famílias beneficiárias de programas de transferência de renda e benefícios assistenciais. Também haverá prioridade para pessoas portadoras de deficiência e ou pessoas idosas.

    • Formas de acesso

Por procura espontânea, por busca ativa, por encaminhamento da rede socioassistencial e das demais políticas públicas.

  • Infraestrutura

Os Projetos Socioeducativos serão desenvolvidos no Centro Comunitário Galpão Cidadão. Para tal serão destinados os seguintes espaços físicos: estacionamento, secretaria, duas salas de informáticas equipadas e com internet, uma biblioteca, uma sala para artesanato, amplo espaço multifuncional, cozinha, refeitório, banheiros masculino e feminino, cozinha industrial, almoxarifado, horta comunitária. Ademais, estão em andamento a construção de mais três salas.

  • Recursos humanos

A Fundação conta com a participação de cerca de 50 pessoas voluntárias, em seus Conselhos e Administração e cerca de, atualmente 10 pessoas voluntárias na execução das atividades oferecidas.

  • Origem dos recursos

Atualmente, todo recurso financeiro visando a sustentabilidade do projeto é proveniente de doações de Pessoas Físicas e Jurídicas, da parceria de outras organizações e instituições, além da participação de editais de órgãos e/ou instituições governamentais para aprovação de projetos. Em algumas atividades, serão estabelecidas taxas para pagamento, por parte dos participantes, para ajudar na aquisição e compra de materiais e produtos necessários à realização da ação, levando-se em conta sempre a condição socioeconômica da família.

  • Metodologia

Este projeto elabora sua metodologia partindo da reflexão e experiência locais, promovendo a articulação entre família e comunidade, baseado no respeito a heterogeneidade de valores, crenças e identidades familiares, fundamentando todo o trabalho na cultura do diálogo, no combate a todas as formas de violência, preconceito e discriminação, promovendo a troca de experiências, desenvolvendo redes sociais, com a finalidade de redução dos riscos sociais.

  • Identificação junto ás famílias e comunidades das necessidades a serem atendidas;
  • Identificação na comunidade de parceiros e voluntários para a realização das atividades;
  • Divulgação, através do apoio de toda mídia local, das ações e atividades a serem oferecidas;
  • Atendimento dos participantes com elaboração de fichas de inscrição, que contém informações a respeito da condição sócio econômica da família, número de membros da família, território a que pertence e outras informações relevantes, para uma pós seleção, levando-se em conta a situação de vulnerabilidade social das famílias e privilegiando-se a participação conjunta dos membros familiares.
  • Período de funcionamento

O Galpão Cidadão funciona de segunda a sexta-feira, das 12:30 às 17 horas. Eventualmente pode-se executar atividades complementares à noite, em feriados ou finais de semana.

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